Curadoria IA do Farol de Itapoá
Muito mais do que um simples concurso, essa iniciativa é um abraço na nossa identidade. A ideia é garimpar composições totalmente inéditas, escritas por quem realmente entende a nossa essência: os nossos talentosos moradores. A missão de cada artista será traduzir em acordes a história, as belezas e a rica cultura do nosso povo, criando uma verdadeira trilha sonora para as nossas vidas.
E o incentivo para que nossos compositores tirem suas inspirações da gaveta é generoso. O festival vai destinar um total de 20 mil reais em prêmios, que serão divididos entre os cinco criadores das canções mais belas e autênticas sobre o nosso pedacinho de paraíso. É uma oportunidade de ouro para os talentos da casa mostrarem seus dons e, de quebra, serem reconhecidos e valorizados por isso.
Para mim, iniciativas como o COMPOMUS 2026 são um respiro para a alma da nossa comunidade e um passo gigante para o nosso turismo. Quando transformamos a nossa cultura em música, oferecemos a quem nos visita algo muito mais profundo do que belas paisagens; oferecemos a nossa identidade. Ver a nossa gente cantando as próprias raízes fortalece o nosso sentimento de pertencimento e cria um legado afetivo que ficará para as próximas gerações. Já estou com os ouvidos e o coração atentos, ansiosa para descobrir quais serão as canções que vão embalar os nossos próximos verões.
Por Maria Bandeira.